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Para a equipe

Recepção: matricular um aluno do zero

O caminho completo do balcão: cadastrar a pessoa, vender o plano e entregar o acesso ao app — nesta ordem, e sem esquecer nenhuma das três.

9 min de leituraAtualizado em

Matricular alguém são três coisas, e é comum parar na primeira. Cadastrar cria a pessoa no sistema; vender é o que dá a ela um plano e uma vigência; ativar é o que coloca o app no celular dela. Aluno cadastrado e não vendido não tem acesso a nada — ele aparece na lista sem plano e ninguém entende por quê.

Uma matrícula do começo ao fim
As três etapas da matrícula, na ordem. Parar na primeira deixa o aluno cadastrado e sem plano, que é o estado em que ele não consegue fazer nada.

Passo 1 — Cadastrar a pessoa

No painel
PessoasAlunos+ Novo Cadastro

Quatro campos são obrigatórios, e cada um por um motivo diferente:

  • Nome completo — é como ele aparece em toda tela e em todo contrato.
  • CPF — é a chave que impede cadastro duplicado. O sistema recusa CPF já usado por outro aluno. É o único dos quatro que tem exceção: na faixa infantil ele vira opcional.
  • Data de nascimento — decide a faixa etária do aluno e, com ela, se ele tem login próprio e se o responsável é obrigatório.
  • Unidade principal — decide em qual lista ele aparece e qual equipe consegue enxergá-lo.
Novo cadastro de aluno
Os quatro campos obrigatórios do cadastro. A data de nascimento é a que decide o resto: dela saem a faixa etária, o acesso ao app e a obrigatoriedade do responsável.

E-mail não é obrigatório, mas sem ele não existe app

Pro aluno que tem login próprio, o e-mail é o login dele. Cadastro sem e-mail funciona pro balcão e trava o app: não há como gerar acesso. Se a pessoa não lembra o e-mail na hora, cadastre e volte depois — mas volte. Criança da faixa infantil é o caso em que isso não se aplica: ela não tem login, e quem acessa é o responsável.

Endereço e foto são opcionais. Vale preencher o endereço mesmo assim: é o que permite mandar correspondência, e o CEP preenche o resto sozinho.

Aluno menor de idade

Ao informar uma data de nascimento de menor de 18, aparece o bloco do responsável legal, com o nome obrigatório. Parentesco, telefone, CPF e e-mail são opcionais — mas o CPF do responsável é o que permite o contrato puxar o dado dele automaticamente, e o e-mail é o que vai dar acesso ao app pra ele. Se o responsável também é aluno da casa, o sistema avisa e mantém os dados dele no cadastro próprio, sem duplicar.

As três faixas etárias

A data de nascimento não decide só se existe responsável: ela decide como aquele aluno entra no app. São três faixas, e a academia configura onde ficam as fronteiras — o padrão é até 10 e de 11 a 17.

  • Faixa infantil (padrão: até 10 anos) — não tem login próprio, não precisa de e-mail e o CPF é opcional. Quem agenda, acompanha e assina é o responsável, pelo app dele.
  • Faixa juvenil (padrão: 11 a 17) — tem login próprio, como qualquer aluno, mas ele só é liberado depois que o responsável assinar o contrato no app. O responsável continua enxergando tudo em paralelo.
  • Adulto (18+) — o fluxo de sempre. Adulto não tem responsável, e ninguém age por ele.
Liberando o app de um adolescente
A ordem quando o aluno é da faixa juvenil: primeiro o responsável entra, depois ele assina, e só então o código do aluno pode ser gerado.

"O responsável precisa assinar o contrato antes"

É a mensagem que aparece quando você tenta gerar o código de ativação de um aluno da faixa juvenil e o responsável ainda não assinou. Não é erro do seu cadastro: a ordem é ativar o responsável primeiro, ele assina no app dele, e só então o código do aluno pode ser gerado. Na faixa infantil o código nem chega a existir — não há login pra ativar.

Por que o CPF da criança é opcional

CPF identifica, não autentica — e criança nascida antes de 2017 pode simplesmente não ter. Na faixa infantil, o que identifica o aluno é o vínculo com o responsável. Se ele existir, preencha; se não, siga sem.

Veio de uma aula experimental?

Se a pessoa já estava cadastrada como lead, converta ela a partir do funil em vez de cadastrar do zero. O nome e o telefone vêm preenchidos e o histórico do lead continua ligado ao aluno — cadastrar por fora quebra essa ligação e a origem da matrícula se perde.

Passo 2 — Vender o plano

Cadastro salvo, o aluno ainda não tem vigência. Quem cria isso é a venda — ela gera a matrícula, as datas de início e fim, e as parcelas a receber.

O passo a passo da venda em si tem artigo próprio nesta trilha. O que importa saber aqui é que ela é obrigatória: sem venda, o aluno fica com a situação "sem plano", não consegue fazer check-in e não recebe contrato pra assinar.

Passo 3 — Entregar o acesso ao app

Na ficha do aluno, em Opções, existe a ativação do aplicativo. Ela gera um código de 8 caracteres com um QR Code ao lado.

No painel
PessoasAlunosficha do alunoOpçõesAtivar Aplicativo
  1. Gere o código

    A tela mostra o código, o QR e até quando ele vale.

  2. Entregue pro aluno

    Ele pode escanear o QR na sua tela ou digitar os 8 caracteres. O botão de copiar ajuda quando você vai mandar por mensagem.

  3. Se expirar, gere outro

    É um clique, e o código antigo deixa de valer na hora.

O código não usa I, O, zero nem um

É de propósito, pra ninguém confundir letra com número ao ditar por telefone. Se o aluno leu um desses, ele leu outro caractere.

Aluno trocou de celular não precisa de código novo

Ele só entra com e-mail e senha no aparelho novo. O código serve pra primeira ativação. Desvincular o dispositivo — que obriga a refazer tudo — é ação de dono ou gerente, e só faz sentido quando o aluno perdeu o acesso ao e-mail cadastrado.

Quando quem entra no app é o responsável

Aluno menor tem um segundo botão na ficha, ao lado do de ativar o aplicativo: o do acesso do responsável. Ele gera um código próprio, do mesmo jeito — e é ele que a criança da faixa infantil usa, porque ela mesma não tem login.

  1. Gere o código do responsável

    Na ficha do aluno, em "Ativar acesso do responsável". O código é dele, não da criança.

  2. Ele instala o app e ativa

    Na tela de entrada, o responsável toca em "Ativar acesso do responsável" e informa o código — é um caminho diferente do que o aluno usa.

  3. Ele assina o contrato pelo dependente

    O contrato da venda aparece pra ele assinar em nome da criança. É o que a lei exige de quem é menor, e é o que libera o acesso do aluno da faixa juvenil.

É o mesmo app, sem versão reduzida

O responsável usa o app normal, com um seletor pra escolher de qual dependente ele está cuidando. Se ele também treina na academia, é a mesma conta nos dois papéis — não são dois cadastros nem dois logins.

O vínculo de família quem aceita é o aluno

Separado disso, existe o vínculo entre alunos adultos da mesma família. O balcão cria o convite, mas ele só vale quando a outra pessoa aceita no app dela — os dois lados precisam concordar, e é só leitura. Ninguém passa a agir pelo outro por causa desse vínculo.

Conferindo se ficou tudo certo

Antes de dar a matrícula por encerrada, olhe a ficha do aluno e confira:

  • A situação está "Em dia", não "Sem plano".
  • Aparece a vigência com data de início e de fim.
  • As parcelas foram geradas, com a primeira já baixada se ele pagou na hora.
  • O contrato consta como pendente de assinatura — ele assina no app.
  • O código de ativação foi entregue.

O contrato pendente é normal, e some sozinho

Toda venda de plano cria um contrato pra assinar. Ele fica pendente até o aluno abrir o app e aceitar — ou, sendo menor de idade, até o responsável assinar por ele. Não é erro do seu cadastro, e não tem como assinar pelo painel no lugar de ninguém.